<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769</id><updated>2011-12-30T09:37:31.273-08:00</updated><title type='text'>Thelema Virtual</title><subtitle type='html'>Espaço para exposição das idéias de Harry Cruz e o que mais for julgado conveniente! :-)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-2411147826883897773</id><published>2008-05-27T14:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-27T15:07:26.953-07:00</updated><title type='text'>Vento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photo.net/general-comments/attachment/3178566/BLOWING%20%20wind.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 273px;" src="http://photo.net/general-comments/attachment/3178566/BLOWING%20%20wind.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Acredito que haja algo de especial no vento&lt;br /&gt;Talvez seja o mistério de sentir sem ver&lt;br /&gt;De ser tocada sem tocar&lt;br /&gt;De perceber o invisível&lt;br /&gt;Aquilo que sabe-se estar porém sem residir...&lt;br /&gt;A dinâmica do invisível e vital parece conter algo de divino e misterioso..&lt;br /&gt;Que pode ser percebido mais do que pelos sentidos;&lt;br /&gt;Pela alma!&lt;br /&gt;E talvez seja esta que reconheça a expressão do divino no vento&lt;br /&gt;Uma pista do mistério de fazer-se presente ainda que sem ser percebido;&lt;br /&gt;Que passa mas sempre fica; numa dinâmica constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia Cruz - 27 de maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: A autora, por feliz desígnio do destino, é namorada do dono do Blog! :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-2411147826883897773?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/2411147826883897773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=2411147826883897773' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2411147826883897773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2411147826883897773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2008/05/vento.html' title='Vento'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-1677281036237686712</id><published>2007-06-30T16:05:00.000-07:00</published><updated>2007-06-30T16:30:32.098-07:00</updated><title type='text'>Como vencer a pobreza e a desigualdade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reproduzo abaixo o texto que enviei ao concurso de redação UNESCO/Folha Dirigida, a mim indicado por uma amiga. O escrito deveria responder a pergunta acima. Deixem comentários com suas impressões a respeito! :)&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:180%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Empreender é preciso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A erradicação da pobreza e redução das desigualdades está expressamente caracterizada como fundamento da República Federativa do Brasil no texto da Carta Magna (art. 3º, III). Apesar disso, respostas conclusivas à questão de como atingir esse fim ainda estão pendentes. As possíveis soluções, porém, por mais criativas e engenhosas, encontram ponto de convergência no efeito que produzem: desconcentração de renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RobmYK7FcmI/AAAAAAAAAA0/IclqgpuShyk/s1600/12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RobmYK7FcmI/AAAAAAAAAA0/IclqgpuShyk/s1600/12.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É ponto pacífico que o combate aos cânceres sociais, como os que a Constituição se propõe a combater, passa, necessariamente, por uma gama de investimentos em educação bem mais expressivos. Isso traz consigo o já lugar-comum silogismo: mais educação implica acesso facilitado ao mercado de trabalho, o que, por seu turno, gera circulação de renda (leia-se “dinheiro”). Este modelo funcionaria muito bem se o Brasil fosse país em que abundassem ofertas de trabalho. Notória e infelizmente, não é caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, significativa parte dos empregos existentes no mercado é resultado do trabalho de brasileiros que, num esforço de realização pessoal, decidiram criar suas próprias empresas, ou seja, de empreendedores. Além disso, é justamente a atividade empreendedora que movimenta o país em todas suas esferas, mesmo na pública, a qual subsiste a partir dos impostos advindos dos empreendimentos e seus funcionários, que movimentam a economia. O modelo educacional vigente, todavia, a despeito da notável importância do empreendedorismo no âmbito social, privilegia formar pessoas que assumirão empregos, em detrimento daquelas que os gerarão. A precariedade desse paradigma é bastante clara: que parece mais vantajoso, assumir um emprego ou criar vários deles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sobremaneira imperativo, para o país seja dito socialmente saudável, portanto, que a educação, em todos os seus níveis, reflita este anseio: a formação de novos empreendedores, de pessoas conscientes da sua importância para o contexto sócio-econômico da região na qual estão inseridas. O que se observa, porém, é que os que ousam empreender são severamente repreendidos, especialmente no seio familiar, que freqüentemente frustra as tentativas nesse sentido, repetindo frases como “estude e tenha um bom emprego” ou “empresários são jogadores sujos”. Isso é compreensível: é somente a replicação de um paradigma profundamente consolidado. Uma ação para modificar este cenário, cujos desdobramentos seriam sobremaneira benéficos, seria a inclusão de disciplinas relacionadas ao empreendedorismo nos currículos dos cursos superiores das instituições públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencer a pobreza e a desigualdade demanda ousadia, não há dúvidas. O empreendedorismo se ocupa exatamente disso: de ousar, de desafiar os paradigmas estabelecidos para superar as dificuldades e assim transformar o status quo. A atividade empreendedora não é uma panacéia, naturalmente. É, contudo, forma bastante eficaz para combater o quadro social que se apresenta. As Grandes Navegações Portuguesas são um exemplo de atitude combativa: que foram elas senão a expressão do espírito empreendedor de um povo não conformado com sua pequenez territorial? Fernando Pessoa estava certo: “Empreender” é preciso.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-1677281036237686712?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/1677281036237686712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=1677281036237686712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/1677281036237686712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/1677281036237686712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/06/como-vencer-pobreza-e-desigualdade.html' title='Como vencer a pobreza e a desigualdade'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RobmYK7FcmI/AAAAAAAAAA0/IclqgpuShyk/s72-c/12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-2481528659885821658</id><published>2007-04-22T15:47:00.000-07:00</published><updated>2007-04-22T18:01:43.193-07:00</updated><title type='text'>Técnicas de Estudo</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Estou começando minha preparação para concursos públicos, e tenho utilizado como referência para auxiliar nessa tarefa o best-seller do guru dos concursos, William Douglas, "Como passar em provas e concursos", que serve não somente para concursos como o título sugere, mas também para aplicar em qualquer atividade na qual o estudo compromissado e a disciplina são fatores de sucesso basilares. Neste post, vou reproduzir alguns pontos fundamentais do capítulo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10 &lt;/span&gt;do livro, que trata de Ténicas de Estudo. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pwp.netcabo.pt/cris_gp/images/studying.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://pwp.netcabo.pt/cris_gp/images/studying.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Para estudar é necessário ter uma postura ativa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paulo Freire&lt;/span&gt;, o estudo necessita de uma postura crítica, de questionamento de curiosidade, na qual o estudante deve se sentir desafiado a absorver o conhecimento disponibilizado pelo autor do livro, como num diálogo. Estudar de forma passiva não produz resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Método Socrático de Estudo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Sócrates, o estudo se divide em três fases:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aprender &lt;/span&gt;- momento inicial, onde começa a leitura, a aula etc.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apreender &lt;/span&gt;- é a fase em que o estudante, se utlizando de resumos, apostilas e materiais de apoio internaliza, reflete, revisa o que aprendeu.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Praticar &lt;/span&gt;- é quando o estudante efetivamente aplica os conhecimentos adquiridos na resolução de uma tarefa, possibilitando-lhe permanente posse dos conhecimentos.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Sobre motivação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só é possível estar motivado se se sabe com precisão o que se pretende alcançar e, mais além, se se pretende alcançar realmente vale a pena e o faz &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;feliz&lt;/span&gt;. Como diz o ditado, "nenhum vento pode beneficiar um barco que não tem destino."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da identificação do objetivo, certifique-se de que estejas disposto a "pagar o preço" necessário para alcançá-lo. Ajuda bastante mentalizar, visualizar o objetivo a alcançar. Pensar nas recompensas no momento de dor é sempre revigorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso possibilita superar com mais facilidade os obstáculos. Porém, não pelo fato de estes terem se tornados mais fáceis, mas pelo ânimo diferente ao encará-los. Noutro ponto da obra, William Douglas lembra que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;obstáculos são o que se enxerga quando deixamos de focalizar os objetivos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Perguntas-chave no Estudo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando empreendendo a tarefa do estudo, é válido responder às seguintes perguntas, fruto da curiosidade:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Como isso funciona?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por quê?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual a utilidade disso?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual a efetiva aplicação desse material?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O que é mais importante aqui?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual a importância disso para mim?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O que meu interlocutor está querendo? (seu professor, examinador, amigo, contendor etc.)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vale a pena com isso?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O quanto eu preciso aprender desse assunto?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quem disse isso?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Onde eu aplico isso?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quando (em que ocasião) isso vai ser útil?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Sobre atenção e concentração&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto é também válido salientar que para se ter um estudo atento e concentrado e necessário conscientizar-se da sua importância, o que, novamente está ligado de forma direta à clara definição do objetivo. A atenção, não é, portanto, o primeiro momento do estudo, é uma consequência do valor conferido a ele. É indicado, assim, substituir "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu vou ficar atento&lt;/span&gt;" por "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu dou importância, logo ficarei atento&lt;/span&gt;" e "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não gosto mas vou estudar&lt;/span&gt;" por "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;vou estudar porque gosto&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num próximo post serão abordadas a noção de agregação cíclica e a teoria do quebra-cabeça. Estejam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;atentos&lt;/span&gt;... :-)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-2481528659885821658?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/2481528659885821658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=2481528659885821658' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2481528659885821658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2481528659885821658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/04/tcnicas-de-estudo.html' title='Técnicas de Estudo'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-1337490931578301089</id><published>2007-04-08T11:00:00.000-07:00</published><updated>2007-04-08T11:28:35.422-07:00</updated><title type='text'>Teste!</title><content type='html'>Vamos testar!&lt;br /&gt;&lt;form id="form1" method="post" name="form1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input name="teste" id="teste" value="teste" type="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input onclick="javascript: alert(this.form.teste.value)" name="button" id="button" value="click me" type="button"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-1337490931578301089?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/1337490931578301089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=1337490931578301089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/1337490931578301089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/1337490931578301089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/04/vamos-testar.html' title='Teste!'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-7354650559922114674</id><published>2007-02-19T08:17:00.000-08:00</published><updated>2007-02-19T08:56:07.048-08:00</updated><title type='text'>Dark Chest of Wonders</title><content type='html'>Recently I got to know a really fucking great finnish band, you've probably already heard of: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nightwish&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. &lt;/span&gt;Actually, I had already listened to a few songs of them in a recent past, did not really care very much about that, unfortunately, till a friend of mine downloaded ALL of the Nightwish Discography for me!!! Wow, that was coool! Thanks, man. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nightwish.ro/boy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.nightwish.ro/boy.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nightwish is what's called a symphonic metal band, but that's still over dispute! To tell the truth, no one's ever got to an agreement on the issue! It's also said Nightwish plays gothic/power metal... Tuomas Holopainen, the band's keyboards man, once described their music as "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;melodic heavy metal with a female singer&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well, I know they sound just awesome, whatever musical style they supposedly (or actually) play! :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One of their songs I most fond of is "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dark Chest of Wonders&lt;/span&gt;". The song's lyrics follows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;" &gt;&lt;/span&gt;Once I had a dream&lt;br /&gt;And this is it&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Once there was a child`s dream&lt;br /&gt;One night the clock struck twelve&lt;br /&gt;The window open wide&lt;br /&gt;Once there was a child`s heart&lt;br /&gt;The age I learned to fly&lt;br /&gt;And took a step outside&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Once I knew all the tales&lt;br /&gt;It`s time to turn back time&lt;br /&gt;Follow the pale moonlight&lt;br /&gt;Once I wished for this night&lt;br /&gt;Faith brought me here&lt;br /&gt;It`s time to cut the rope and fly&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fly to a dream&lt;br /&gt;Far across the sea&lt;br /&gt;All the burdens gone&lt;br /&gt;Open the chest once more&lt;br /&gt;Dark chest of wonders&lt;br /&gt;Seen through the eyes&lt;br /&gt;Of the one with pure heart&lt;br /&gt;Once so long ago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The one in the Big Blue is what the world stole from me&lt;br /&gt;This night will bring him back to me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fly to a dream...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Since lately I've been willing to improve my english communicating skills, from now on I'll post some stuff in the aforesaid language. I hope you won't mind me doing that! :P&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-7354650559922114674?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/7354650559922114674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=7354650559922114674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/7354650559922114674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/7354650559922114674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/02/dark-chest-of-wonders.html' title='Dark Chest of Wonders'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-3261773583719087617</id><published>2007-02-13T08:40:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T13:03:50.344-08:00</updated><title type='text'>A história de "estória"</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essa é do site "Sua Língua", do prof. Claúdio Moreno, especialista da área. Esse artigo põe um ponto final na questão do "estória" :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://science.ksc.nasa.gov/history/apollo/images/footprint.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://science.ksc.nasa.gov/history/apollo/images/footprint.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  Perdi a conta dos leitores que me perguntam sobre a famigerada estória. Uns querem saber se realmente existe essa distinção entre estória e história. Outros teriam ouvido que a palavra existiu outrora, mas hoje seria considerada arcaica. Há quem especule que estória tenha nascido de um erro de tradução. Quase todos perguntam se é uma distinção útil e necessária, ou se não passa de supérfluo balangandã. Peço perdão àqueles que fiz esperar, mas aqui vai minha resposta a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Foi João Ribeiro, forte conhecedor de nosso idioma, quem propôs a adoção do termo estória, em 1919, para designar, no campo do Folclore, a narrativa popular, o conto tradicional, objeto de estudo dos especialistas daquela área. E não se tratava de inventar, mas sim de reabilitar (hoje usariam o horrendo resgatar...) uma forma arcaica, comum nos manuscritos medievais de Portugal. Era uma ingênua proposta, paroquial, nascida da inveja compreensível que causa a distinção story - history do Inglês; sem ela, alega o próprio Luís da Câmara Cascudo - para mim, um dos escritores que mais contribuíram para nossa língua -, não se pode entender frases como "Stories are not History", ou títulos como "The History of a Folk Story". Que o mestre Cascudo me perdoe: a intenção era boa, mas sem nenhum fundamento lingüístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em primeiro lugar, a estória medieval não era um vocábulo diferente de história; era apenas uma das muitas variantes que se encontram nos textos manuscritos de nossos copistas, naquele tempo heróico em que a estrutura de nossa ortografia ainda lutava para sedimentar. Ali aparecem história, hestória, estória, istória, estórea (ainda não se usavam os acentos, que são de nosso século, mas não pude resistir). Da mesma forma, vamos encontrar homem, omem, omee (algumas vezes com til no primeiro e) e até ome. Nota-se que o emprego do "h" e das vogais ainda não estava estabilizado na escrita. Entretanto, já no séc. XVI - em Camões, por exemplo - a grafia de homem e história era a que é usada até hoje. Outras línguas da família latina, como o Espanhol e o Francês, também experimentaram essa variedade de formas para história, mas terminou prevalecendo a forma única (historia e histoire, respectivamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em segundo lugar: grande coisa se o Inglês pode fazer a distinção entre story e history! E daí? Como o folclórico Napoleão Mendes de Almeida nos lembra, eles também distinguem entre can (poder, conseguir) e may (poder, no sentido legal e ético): "You can, but you may not" é uma rica frase em Inglês que só poderíamos traduzir com um aproximado "Você pode, mas não deve". Esse autor, que abominava estória, pergunta ironicamente: "Se curtos de inteligência foram nossos pais em não terem descoberto essa história de "estória", curtos de inteligência continuamos todos nós em não forjarmos distinção gráfica e fonética para "poder", para "educação", para "raio", para "oficial" e para outros vocábulos de formas diferentes em Inglês, como curtos de inteligência são todos os outros idiomas que têm palavras com mais de uma significação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Dessa vez Napoleão bateu no prego e não na tábua. Uma olhada no meu Oxford e me dou conta que para nosso raio, por exemplo, o Inglês tem (1) ray (onde temos "raio de luz", "pistola de raios"), (2) radius (o "raio de um círculo") e (3) lightning (a "descarga elétrica"). É mais do que comum o fato de uma língua fazer distinções vocabulares que outras não fazem. Como tive a oportunidade de mencionar em outro artigo (Atravessando o Canal da Manga), o Espanhol designa com um único vocábulo (celo, celos) o que nós distribuímos por três: zelo, cio e ciúme. Invejamos o story do Inglês? Eles então devem ficar verdes diante de nosso ser e estar, distinção fundamental na vida e na Filosofia, que eles simplesmente desconhecem. Assim são as línguas humanas, na sua (im)perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Além disso, os amáveis folcloristas que defendiam estória pensavam apenas em distinguir "a História do Brasil das Histórias da Carochinha". Do ponto de vista lingüístico, erraram por todos os lados. Primeiro, erraram porque essa não é uma distinção útil, que justifique sua defesa. O português José Neves Henriques, o severo e consciencioso JNH do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (já falei sobre ele na seção de Links), condena essa invenção "brasileira" (ele tem razão: é coisa nossa), tachando-a de "uma palermice, porque, até agora, nunca confundimos os vários significados de história. O contexto e a situação têm sido mais que suficientes para distinguirmos os vários significados". Certo o professor Henriques, errados os folcloristas: ninguém vai confundir a história de um país com a história do bicho-papão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo, erraram porque enxergavam apenas dois pólos bem definidos: a história que se refere ao passado e ao seu estudo, e a estória da narrativa, da fábula. A experiência nos diz que essas invasões de searas alheias geralmente pecam por um raciocínio simplista, reducionista. Quem mexe no que não entende, termina fazendo bobagem... e não deu outra. Nossos estudiosos não perceberam que a distinção sugerida, apetecível do ponto de vista deles, acabaria criando incertezas e hesitações em frases corriqueiras como "Deixa de histórias!"; "Essa já é outra história"; "Que história é essa?"; "Eu e ela temos uma velha história". Qual das duas formas usar? Por tão pouco benefício, por que assombrar ainda mais os que escrevem em Português? Faço questão de frisar "os que escrevem" - porque aqui, também, reside outra falha da proposta de João Ribeiro: as duas formas não seriam distinguíveis na fala, já que a realização da vogal "E" inicial de estória é geralmente /i/ (como em espada, esperto, etc.). Ambas seriam pronunciadas da mesma maneira: /istória/. E quantas outras palavras, derivadas de história, deveriam ser alteradas? Historieiro? Historiento? As historietas passariam a ser estorietas? Os aficionados em quadrinhos passariam a usar EQ em vez do consagrado HQ? Como se vê, "muito trabalho por nada", como reza a comédia de Shakespeare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  De qualquer forma, o uso de estória poderia ter ficado confinado ao mundo do Folclore, onde talvez fosse de alguma utilidade. Afinal, não é incomum que certas áreas do pensamento postulem, para uso exclusivo, vocábulos novos ou variações fonológicas ou ortográficas de vocábulos antigos, no afã de obter maior precisão em seus conceitos. Isso se verifica, por exemplo, na Filosofia, na Lógica, na Lingüística, na Psicanálise (onde me chama a atenção a impressionante inquietação lingüística dos lacanianos). Como é natural, essas variantes vão fazer parte de um código específico, cujo emprego passa a ser indispensável para os especialistas dessa área, mas não entram no grande caudal da língua comum. A criação, a utilização e, muito seguidamente, a agonia e morte dessas formas são registradas em discretos dicionários especializados, convenientemente isolados do grande rebanho representado pelos dicionários de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Infelizmente, como nos piores pesadelos dos ecologistas, estória rompeu as cercas de segurança, saiu do pequeno rincão do Folclore e invadiu nossas vidas. O responsável por isso foi João Guimarães Rosa (pudera não!). Como escreve meu mestre Celso Pedro Luft, com uma ponta de inesperada ironia, Rosa decidiu "glorificar, imortalizar a ausência do agá: Primeiras Estórias. Corriam os anos de 1962. Primeiras estórias ... todos os fãs do mineiro imortal ficaram absolutamente alucinados. E foi estória para cá, estória para lá, estória para todos os lados. Uma epidemia. Perdão, uma glória". Depois, em 1967 veio Tutaméia, com o subtítulo "Terceiras Estórias", e o póstumo Estas Estórias, publicado em 1969. Muito tem sido escrito sobre a inovação da linguagem rosiana; a sintaxe de seu narrador é, a meu ver, a criação literária do século. No entanto, sou obrigado a observar que, em termos não-literários, essa inovação é zero. Nenhuma das palavras montadas, deformadas ou inventadas por ele jamais será usada, a não ser por imitadores (que já andam escasseando...). É uma linguagem só dele; funciona admiravelmente no universo de sua obra, mas é seu instrumento pessoal, e nunca será nosso. Ouso dizer que a única influência rosiana no Português foi a divulgação desse equívoco que é estória. Tenho certeza de que Guimarães Rosa, místico de quatro costados, entenderia: deve ser vingança dos deuses da Língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.sualingua.com.br/08/08_estoria.htm"&gt;http://www.sualingua.com.br/08/08_estoria.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-3261773583719087617?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/3261773583719087617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=3261773583719087617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/3261773583719087617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/3261773583719087617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/02/histria-de-estria.html' title='A história de &quot;estória&quot;'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-2144734339522579038</id><published>2007-02-12T12:59:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T13:01:28.891-08:00</updated><title type='text'>POEMA EM LINHA RETA</title><content type='html'>Nunca conheci quem tivesse levado porrada.&lt;br /&gt;Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,&lt;br /&gt;Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,&lt;br /&gt;Indesculpavelmente sujo,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,&lt;br /&gt;Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,&lt;br /&gt;Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,&lt;br /&gt;Que tenho sofrido enxovalhos e calado,&lt;br /&gt;Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,&lt;br /&gt;Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,&lt;br /&gt;Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,&lt;br /&gt;Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado&lt;br /&gt;Para fora da possibilidade do soco;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,&lt;br /&gt;Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a gente que eu conheço e que fala comigo&lt;br /&gt;Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,&lt;br /&gt;Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida…&lt;br /&gt;Quem me dera ouvir de alguém a voz humana&lt;br /&gt;Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;&lt;br /&gt;Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!&lt;br /&gt;Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.&lt;br /&gt;Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?&lt;br /&gt;Ó príncipes, meus irmãos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arre, estou farto de semideuses!&lt;br /&gt;Onde é que há gente no mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão as mulheres não os terem amado,&lt;br /&gt;Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!&lt;br /&gt;E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,&lt;br /&gt;Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?&lt;br /&gt;Eu, que venho sido vil, literalmente vil,&lt;br /&gt;Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Álvaro de Campos&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-2144734339522579038?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/2144734339522579038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=2144734339522579038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2144734339522579038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/2144734339522579038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/02/poema-em-linha-reta.html' title='POEMA EM LINHA RETA'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-4590591316664211786</id><published>2007-01-20T16:00:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T16:01:38.363-08:00</updated><title type='text'>Super Simples: finalmente a uniformização (L. C. 123/2006)</title><content type='html'>&lt;p&gt;Este final do ano de 2006 trouxe como grande novidade a aprovação na Câmara dos Deputados da denominada Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas – Lei Complementar n° 123, de 14/12/2006, que a imprensa e população tem simplesmente apelidado de SUPER SIMPLES. Trata-se de um projeto de regulamentação das questões tributárias para pessoas jurídicas com faturamento até determinados limites, que simplificará o pagamento de diversos tributos e demais questões burocráticas que os envolve.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De toda forma, mais do que uma comemoração dos economistas que pregam a necessidade de desenvolvimento, tal normatização representa um marco na história jurídico-tributária do país. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Neste ponto, vale lembrar que a redação original da Constituição de 1988 apenas tratava da micro e pequena empresa como uma forma de intervenção do Estado no domínio econômico, prevendo no art. 179 – portanto, fora do capítulo tributário -, que &lt;i&gt;“a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei”. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A previsão inicial não diligenciou para qualquer uniformização destes tratamentos, sendo registrado alguns casos em que a disciplina de cada um dos entes políticos não guardava maiores correlações ou sintonias com aquela editada pelos demais. Contudo, a partir da previsão do legislador constituinte originário, o governo federal editou a Lei 9.317, de 5 de dezembro de 1996, instituindo o Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições, apelidado rapidamente de SIMPLES. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas a limitação constitucional era clara: somente poderia o Congresso Nacional legislador para os tributos federais, simplificando os seus procedimentos, mas falecendo de competência para tratar dos impostos estaduais e municipais, aí naturalmente incluídos o ICMS e o ISS. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, como agora afirma a própria justificação do projeto da nova lei, &lt;i&gt;“o sucesso do SIMPLES federal, estimulou sua criação em 21 Estados da Federação, onde foram criados sistemas simplificados para tributos estaduais no âmbito de suas competências. Entretanto, os limites de enquadramento das empresas e as alíquotas de recolhimento são muitos diferenciados entres os Estados da Federação”. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A previsão constitucional acabou para apresentar uma distorção no sistema tributário, como fruto natural da autonomia dos entes políticos que compõem nossa federação. Tínhamos um único objetivo de simplificação, mas vários meios de fazê-lo, sem qualquer uniformidade ou reciprocidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A solução começou a ser definida pela Emenda Constitucional n°42, de dezembro de 2003, que trouxe a boa experiência do SIMPLES federal para dentro do capítulo do Sistema Tributário Nacional, incorporando ao artigo 146 a alínea “d” e seu parágrafo único. Além de aumentar o rol de matérias a serem uniformizadas entre as unidades federativas através de normas gerais, foram ali estabelecidos os pilares constitucionais de um novo modelo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como já tivemos oportunidade de afirmar, &lt;i&gt;“este princípio de uniformização e encerramento das normas próprias de cada um dos entes políticos é tão claro no legislador constituinte, tanto assim que a reforma de 2003 determinou a cessação da validade das normas federais, estaduais, distritais e municipais sobre o tratamento da micro e pequena empresa”&lt;/i&gt;(&lt;u&gt;in&lt;/u&gt; Resumo de Direito Tributário, Ed. Impetus, 2006, p. 37). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Claro que muitos comentários ainda serão produzidos para o SUPER SIMPLES numa referência à redução dos custos de transação e das burocracias, aumentando o estímulo aos empreendimentos e, por via de conseqüência, ao desenvolvimento nacional. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Contudo, o ponto chave da nova lei reside nesta uniformização. A uma, passam a existir definições nacionais, com patamares de faturamento anual bruto para conceituação de micro e pequena empresa (R$ 240 mil e R$ 2,4 milhões, respectivamente, - Art. 3°, L.C. n° 123, de 2006). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A duas, o maior avanço da simplificação das obrigações tributárias estará na arrecadação diferenciada e simplificada relativa a impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. O texto aprovado permite, por via de conseqüência, a possibilidade de inclusão no SUPER SIMPLES do ICMS e do ISS, com o pagamento dos impostos e contribuições federais que já são arrecadados no SIMPLES (IRPJ, PIS, COFINS,CSSLL, INSS Patronal e IPI). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por óbvio, mesmo após a sanção e promulgação do projeto de lei, haverá a necessidade de regulamentação das medidas ali previstas, com um natural desgaste político entre o governo federal e algumas unidades da federação, já que um Conselho Gestor definirá o sistema de repasse do total arrecado para os Estados, Distrito Federal e Municípios a título de ICMS e ISS. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, apesar das resistência e das questões específicas de alguns entes políticos, a uniformização está definitivamente sedimentada no cenário tributário com o &lt;i&gt;Simples Nacional.&lt;/i&gt; Isto porque, devemos todos ainda observar que, ao contrário da lei federal anterior, este novo diploma nacional possui natureza de lei complementar, dado que regulamenta norma geral do art. 146 da Constituição Federal. Tal status lhe preservará de eventuais medidas provisórias ou de outros ataques que possam lhe retirar a essência uniformizadora. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Resta-nos observar que as disposições da nova lei somente produzirão efeitos a partir de 1° de julho de 2007, sendo revogada, a partir daquele momento a Lei federal n° 9.137, de 1996, bem como deixam de produzir efeitos as normas similares anteriormente produzidas pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, tudo na forma do art. 94 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.&lt;/p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.vemconcursos.com/opiniao/index.phtml?page_ordem=recentes&amp;page_id=2018"&gt;http://www.vemconcursos.com/opiniao/index.phtml?page_ordem=recentes&amp;amp;page_id=2018&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-4590591316664211786?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/4590591316664211786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=4590591316664211786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/4590591316664211786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/4590591316664211786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/01/super-simples-finalmente-uniformizao-l.html' title='Super Simples: finalmente a uniformização (L. C. 123/2006)'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-645337317813270547</id><published>2007-01-20T12:21:00.000-08:00</published><updated>2007-01-20T12:26:10.472-08:00</updated><title type='text'>Homonímia e Paronímia</title><content type='html'>Olá! ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava pesquisando algumas informações para a prova da Eletronorte, de amanhã... Encontrei o seguinte material, que acho válido sempre consultar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;homonímia&lt;/span&gt; é a designação geral para os casos em que palavras de sentidos diferentes têm a mesma grafia (os homônimos homógrafos) ou a mesma pronúncia (os homônimos homófonos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homógrafos podem coincidir ou não na pronúncia, como nos exemplos: quarto (aposento) e quarto (ordinal), manga (fruta) e manga (de camisa), em que temos pronúncia idêntica; e apelo (pedido) e apelo (com som aberto, 1ª pess. do sing do pres. do ind. do verbo apelar), consolo (alívio) e consolo (com som aberto, 1ª pess. do sing. do pres. do ind. do verbo consolar), em que temos pronúncia diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homógrafos de pronúncia idêntica diferenciam-se pelo contexto em que são empregados. Não há dúvida, por exemplo, quanto ao emprego do vocábulo  são nos três sentidos:&lt;br /&gt;__ são ( verbo ser, 3ª pess. do pl. do pres.  ind.)&lt;br /&gt;__ saudável&lt;br /&gt;__ santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras de grafia diferente e de pronúncia igual (homófonos) geram dúvidas ortográficas. Caso, por exemplo, de acento/assento, coser/cozer, dos prefixos ante-/anti-, etc. Aqui o contexto não é suficiente para resolver o problema. Sempre que houver incerteza, consulte a lista adiante, algum dicionário ou manual de ortografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;paronímia &lt;/span&gt;designa o fenômeno que ocorre com palavras semelhantes (mas não idênticas) quanto à grafia ou à pronúncia, como entre descrição (‘ato de descrever’) e discrição (‘qualidade do que é discreto’), retificar (‘corrigir’) e ratificar (confirmar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurei incluir na relação abaixo as palavras que com mais freqüência provocam dúvidas quanto à grafia correta e pertinente numa dada frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absolver: inocentar, relevar da culpa imputada: O júri absolveu o réu.&lt;br /&gt;Absorver: embeber em si, esgotar: O solo absorveu lentamente a água da chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acender: atear (fogo), inflamar.&lt;br /&gt;Ascender: subir, elevar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acento: sinal gráfico; inflexão vocal: Vocábulo sem acento.&lt;br /&gt;Assento: banco, cadeira: Tomar assento num cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca de: sobre, a respeito de: No discurso, o Presidente falou acerca de seus planos.&lt;br /&gt;A cerca de: a uma distância aproximada de: O anexo fica a cerca de trinta metros do prédio principal. Estamos a cerca de um mês ou (ano) das eleições.&lt;br /&gt;Há cerca de: faz aproximadamente (tanto tempo): Há cerca de um ano, tratamos de caso idêntico; existem aproximadamente: Há cerca de mil títulos no catálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acidente: acontecimento casual; desastre: A derrota foi um acidente na sua vida profissional. O súbito temporal provocou terrível acidente no parque.&lt;br /&gt;Incidente: episódio; que incide, que ocorre: O incidente da demissão já foi superado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adotar: escolher, preferir; assumir; pôr em prática.&lt;br /&gt;Dotar: dar em doação, beneficiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afim: que apresenta afinidade, semelhança, relação (de parentesco): Se o assunto era afim, por que não foi tratado no mesmo parágrafo?&lt;br /&gt;A fim de: para, com a finalidade de, com o fito de: O projeto foi encaminhado com quinze dias de antecedência a fim de permitir a necessária reflexão sobre sua pertinência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alto: de grande extensão vertical; elevado, grande.&lt;br /&gt;Auto: ato público, registro escrito de um ato, peça processual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aleatório: casual, fortuito, acidental.&lt;br /&gt;Alheatório: que alheia, alienante, que desvia ou perturba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amoral: desprovido de moral, sem senso de moral.&lt;br /&gt;Imoral: contrário à moral, aos bons costumes, devasso, indecente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante (preposição): diante de, perante: Ante tal situação, não teve alternativa.&lt;br /&gt;Ante- (prefixo): expressa anterioridade: antepor, antever, anteprojeto ante-diluviano.&lt;br /&gt;Anti- (prefixo): expressa contrariedade; contra: anticientífico, antibiótico, anti-higiênico, anti-Marx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao encontro de: para junto de; favorável a: Foi ao encontro dos colegas. O projeto salarial veio ao encontro dos anseios dos trabalhadores.&lt;br /&gt;De encontro a: contra; em prejuízo de: O carro foi de encontro a um muro. O governo não apoiou a medida, pois vinha de encontro aos interesses dos menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de: ao contrário de: Ao invés de demitir dez funcionários, a empresa contratou mais vinte. (Inaceitável o cruzamento *ao em vez de.)&lt;br /&gt;Em vez de: em lugar de: Em vez de demitir dez funcionário, a empresa demitiu vinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A par: informado, ao corrente, ciente: O Ministro está a par (var.: ao par) do assunto; ao lado, junto; além de.&lt;br /&gt;Ao par: de acordo com a convenção legal: Fez a troca de mil dólares ao par.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparte: interrupção, comentário à margem: O deputado concedeu ao colega um aparte em seu pronunciamento.&lt;br /&gt;À parte: em separado, isoladamente, de lado: O anexo ao projeto foi encaminhado por expediente à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apreçar: avaliar, pôr preço: O perito apreçou irrisoriamente o imóvel.&lt;br /&gt;Apressar: dar pressa a, acelerar: Se o andamento das obras não for apressado, não será cumprido o cronograma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Área: superfície delimitada, região.&lt;br /&gt;Ária: canto, melodia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aresto: acórdão, caso jurídico julgado: Neste caso, o aresto é irrecorrível.&lt;br /&gt;Arresto: apreensão judicial, embargo: Os bens do traficante preso foram todos arrestados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrochar: apertar com arrocho, apertar muito.&lt;br /&gt;Arroxar: ou arroxear, roxear: tornar roxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás: exímio em sua atividade; carta do baralho.&lt;br /&gt;Az (p. us.): esquadrão, ala do exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuar: agir, pôr em ação; pressionar.&lt;br /&gt;Autuar: lavrar um auto; processar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auferir: obter, receber: Auferir lucros, vantagens.&lt;br /&gt;Aferir: avaliar, cotejar, medir, conferir: Aferir valores, resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augurar: prognosticar, prever, auspiciar: O Presidente augurou sucesso ao seu par americano.&lt;br /&gt;Agourar: pressagiar, predizer (geralmente no mau sentido): Os técnicos agouram desastre na colheita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avocar: atribuir-se, chamar: Avocou a si competências de outrem.&lt;br /&gt;Evocar: lembrar, invocar: Evocou no discurso o começo de sua carreira.&lt;br /&gt;Invocar: pedir (a ajuda de); chamar; proferir: Ao final do discurso, invocou a ajuda de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caçar: perseguir, procurar, apanhar (geralmente animais).&lt;br /&gt;Cassar: tornar nulo ou sem efeito, suspender, invalidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carear: atrair, ganhar, granjear.&lt;br /&gt;Cariar: criar cárie.&lt;br /&gt;Carrear: conduzir em carro, carregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casual: fortuito, aleatório, ocasional.&lt;br /&gt;Causal: causativo, relativo a causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavaleiro: que anda a cavalo, cavalariano.&lt;br /&gt;Cavalheiro: indivíduo distinto, gentil, nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Censo: alistamento, recenseamento, contagem.&lt;br /&gt;Senso: entendimento, juízo, tino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerrar: fechar, encerrar, unir, juntar.&lt;br /&gt;Serrar: cortar com serra, separar, dividir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cessão: ato de ceder: A cessão do local pelo município tornou possível a realização da obra.&lt;br /&gt;Seção: setor, subdivisão de um todo, repartição, divisão: Em qual seção do ministério ele trabalha?&lt;br /&gt;Sessão: espaço de tempo que dura uma reunião, um congresso; reunião; espaço de tempo durante o qual se realiza uma tarefa: A próxima sessão legislativa será iniciada em 1o de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chá: planta, infusão.&lt;br /&gt;Xá: antigo soberano persa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheque: ordem de pagamento à vista.&lt;br /&gt;Xeque: dirigente árabe; lance de xadrez; (fig.) perigo (pôr em xeque).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Círio: vela de cera.&lt;br /&gt;Sírio: da Síria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cível: relativo à jurisdição dos tribunais civis.&lt;br /&gt;Civil: relativo ao cidadão; cortês, polido (daí civilidade); não militar nem, eclesiástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colidir: trombar, chocar; contrariar: A nova proposta colide frontalmente com o entendimento havido.&lt;br /&gt;Coligir: colecionar, reunir, juntar: As leis foram coligidas pelo Ministério da Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprimento: medida, tamanho, extensão, altura.&lt;br /&gt;Cumprimento: ato de cumprir, execução completa; saudação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concelho: circunscrição administrativa ou município (em Portugal).&lt;br /&gt;Conselho: aviso, parecer, órgão colegiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concerto: acerto, combinação, composição, harmonização (cp. concertar): O concerto das nações... O concerto de Guarnieri...&lt;br /&gt;Conserto: reparo, remendo, restauração (cp. consertar): Certos problemas crônicos aparentemente não têm conserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conje(c)tura: suspeita, hipótese, opinião.&lt;br /&gt;Conjuntura: acontecimento, situação, ocasião, circunstância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contravenção: transgressão ou infração a normas estabelecidas.&lt;br /&gt;Contraversão: versão contrária, inversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coser: costurar, ligar, unir.&lt;br /&gt;Cozer: cozinhar, preparar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costear: navegar junto à costa, contornar. A fragata costeou inúmeras praias do litoral baiano antes de partir para alto-mar.&lt;br /&gt;Custear: pagar o custo de, prover, subsidiar. Qual a empresa disposta a custear tal projeto?&lt;br /&gt;Custar: valer, necessitar, ser penoso. Quanto custa o projeto? Custa-me crer que funcionará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deferir: consentir, atender, despachar favoravelmente, conceder.&lt;br /&gt;Diferir: ser diferente, discordar; adiar, retardar, dilatar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Degradar: deteriorar, desgastar, diminuir, rebaixar.&lt;br /&gt;Degredar: impor pena de degredo, desterrar, banir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delatar (delação): denunciar, revelar crime ou delito, acusar: Os traficantes foram delatados por membro de quadrilha rival.&lt;br /&gt;Dilatar (dilação): alargar, estender; adiar, diferir: A dilação do prazo de entrega das declarações depende de decisão do Diretor da Receita Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Derrogar: revogar parcialmente (uma lei), anular.&lt;br /&gt;Derrocar: destruir, arrasar, desmoronar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição: ato de descrever, representação, definição.&lt;br /&gt;Discrição: discernimento, reserva, prudência, recato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descriminar: absolver de crime, tirar a culpa de.&lt;br /&gt;Discriminar: diferençar, separar, discernir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despensa: local em que se guardam mantimentos, depósito de provisões.&lt;br /&gt;Dispensa: licença ou permissão para deixar de fazer algo a que se estava obrigado; demissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despercebido: que não se notou, para o que não se atentou: Apesar de sua importância, o projeto passou despercebido.&lt;br /&gt;Desapercebido: desprevenido, desacautelado: Embarcou para a missão na Amazônia totalmente desapercebido dos desafios que lhe aguardavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessecar: secar bem, enxugar, tornar seco.&lt;br /&gt;Dissecar: analisar minuciosamente, dividir anatomicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destratar: insultar, maltratar com palavras.&lt;br /&gt;Distratar: desfazer um trato, anular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distensão: ato ou efeito de distender, torção violenta dos ligamentos de uma articulação.&lt;br /&gt;Distinção: elegância, nobreza, boa educação: Todos devem portar-se com distinção.&lt;br /&gt;Dissensão: desavença, diferença de opiniões ou interesses: A dissensão sobre a matéria impossibilitou o acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elidir: suprimir, eliminar.&lt;br /&gt;Ilidir: contestar, refutar, desmentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emenda: correção de falta ou defeito, regeneração, remendo: ao torná-lo mais claro e objetivo, a emenda melhorou o projeto.&lt;br /&gt;Ementa: apontamento, súmula de decisão judicial ou do objeto de uma lei. Procuro uma lei cuja ementa é "dispõe sobre a propriedade industrial".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emergir: vir à tona, manifestar-se.&lt;br /&gt;Imergir: mergulhar, afundar submergir), entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emigrar: deixar o país para residir em outro.&lt;br /&gt;Imigrar: entrar em país estrangeiro para nele viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eminente (eminência): alto, elevado, sublime.&lt;br /&gt;Iminente (iminência): que está prestes a acontecer, pendente, próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emitir (emissão): produzir, expedir, publicar.&lt;br /&gt;Imitir (imissão): fazer entrar, introduzir, investir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empoçar: reter em poço ou poça, formar poça.&lt;br /&gt;Empossar: dar posse a, tomar posse, apoderar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encrostar: criar crosta.&lt;br /&gt;Incrustar: cobrir de crosta, adornar, revestir, prender-se, arraigar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender: compreender, perceber, deduzir.&lt;br /&gt;Intender: (p. us): exercer vigilância, superintender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enumerar: numerar, enunciar, narrar, arrolar.&lt;br /&gt;Inúmero: inumerável, sem conta, sem número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espectador: aquele que assiste qualquer ato ou espetáculo, testemunha.&lt;br /&gt;Expectador: que tem expectativa, que espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperto: inteligente, vivo, ativo.&lt;br /&gt;Experto: perito, especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espiar: espreitar, observar secretamente, olhar.&lt;br /&gt;Expiar: cumprir pena, pagar, purgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estada: ato de estar, permanência: Nossa estada em São Paulo foi muito agradável.&lt;br /&gt;Estadia: prazo para carga e descarga de navio ancorado em porto: O "Rio de Janeiro" foi autorizado a uma estadia de três dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estância: lugar onde se está, morada, recinto.&lt;br /&gt;Instância: solicitação, pedido, rogo; foro, jurisdição, juízo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrato: cada camada das rochas estratificadas.&lt;br /&gt;Extrato: coisa que se extraiu de outra; pagamento, resumo, cópia; perfume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flagrante: ardente, acalorado; diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar (flagrante delito).&lt;br /&gt;Fragrante: que tem fragrância ou perfume; cheiroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florescente: que floresce, próspero, viçoso.&lt;br /&gt;Fluorescente: que tem a propriedade da fluorescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folhar: produzir folhas, ornar com folhagem, revestir lâminas.&lt;br /&gt;Folhear: percorrer as folhas de um livro, compulsar, consultar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incerto: não certo, indeterminado, duvidoso, variável.&lt;br /&gt;Inserto: introduzido, incluído, inserido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incipiente: iniciante, principiante.&lt;br /&gt;Insipiente: ignorante, insensato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incontinente: imoderado, que não se contém, descontrolado.&lt;br /&gt;Incontinenti: imediatamente, sem demora, logo, sem interrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Induzir: causar, sugerir, aconselhar, levar a: O réu declarou que havia sido induzido a cometer o delito.&lt;br /&gt;Aduzir: expor, apresentar: A defesa, então, aduziu novas provas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inflação: ato ou efeito de inflar; emissão exagerada de moeda, aumento persistente de preços.&lt;br /&gt;Infração: ato ou efeito de infringir ou violar uma norma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infligir: cominar, aplicar (pena, castigo, repreensão, derrota): O juiz infligiu pesada pena ao réu.&lt;br /&gt;Infringir: transgredir, violar, desrespeitar (lei, regulamento, etc.) (cp. infração): A condenação decorreu de ter ele infringido um sem número de artigos do Código Penal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquerir: apertar (a carga de animais), encilhar.&lt;br /&gt;Inquirir: procurar informações sobre, indagar, investigar, interrogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intercessão: ato de interceder.&lt;br /&gt;Interse(c)ção: ação de se(c)cionar, cortar; ponto em que se encontram duas linhas ou superfícies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inter- (prefixo): entre; preposição latina usada em locuções: inter alia (entre outros), inter pares (entre iguais).&lt;br /&gt;Intra- (prefixo): interior, dentro de.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judicial: que tem origem no Poder Judiciário ou que perante ele se realiza.&lt;br /&gt;Judiciário: relativo ao direito processual ou à organização da Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberação: ato de liberar, quitação de dívida ou obrigação.&lt;br /&gt;Libertação: ato de libertar ou libertar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista: relação, catálogo; var. pop. de listra.&lt;br /&gt;Listra: risca de cor diferente num tecido (var. pop. de lista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Locador: que dá de aluguel, senhorio, arrendador.&lt;br /&gt;Locatário: alugador, inquilino: O locador reajustou o aluguel sem a concordância do locatário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lustre: brilho, glória, fama; abajur.&lt;br /&gt;Lustro: qüinqüênio; polimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magistrado: juiz, desembargador, ministro.&lt;br /&gt;Magistral: relativo a mestre (latim: magister); perfeito, completo; exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandado: garantia constitucional para proteger direito individual líquido e certo; ato de mandar; ordem escrita expedida por autoridade judicial ou administrativa: um mandado de segurança, mandado de prisão.&lt;br /&gt;Mandato: autorização que alguém confere a outrem para praticar atos em seu nome; procuração; delegação: o mandato de um deputado, senador, do Presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandante: que manda; aquele que outorga um mandato.&lt;br /&gt;Mandatário: aquele que recebe um mandato, executor de mandato, representante, procurador.&lt;br /&gt;Mandatório: obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obcecação: ato ou efeito de obcecar, teimosia, cegueira.&lt;br /&gt;Obsessão: impertinência, perseguição, idéia fixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordinal: numeral que indica ordem ou série (primeiro, segundo, milésimo, etc.).&lt;br /&gt;Ordinário: comum, freqüente, trivial, vulgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Original: com caráter próprio; inicial, primordial.&lt;br /&gt;Originário: que provém de, oriundo; inicial, primitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paço: palácio real ou imperial; a corte.&lt;br /&gt;Passo: ato de avançar ou recuar um pé para andar; caminho, etapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pleito: questão em juízo, demanda, litígio, discussão: O pleito por mais escolas na região foi muito bem formulado.&lt;br /&gt;Preito: sujeição, respeito, homenagem: Os alunos renderam preito ao antigo reitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preceder: ir ou estar adiante de, anteceder, adiantar-se.&lt;br /&gt;Proceder: originar-se, derivar, provir; levar a efeito, executar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pós- (prefixo): posterior a, que sucede, atrás de, após: pós-moderno, pós-operatório.&lt;br /&gt;Pré- (prefixo): anterior a, que precede, à frente de, antes de: pré-modernista, pré-primário.&lt;br /&gt;Pró (advérbio): em favor de, em defesa de. A maioria manifestou-se contra, mas dei meu parecer pró.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preeminente: que ocupa lugar elevado, nobre, distinto.&lt;br /&gt;Proeminente: alto, saliente, que se alteia acima do que o circunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preposição: ato de prepor, preferência; palavra invariável que liga constituintes da frase.&lt;br /&gt;Proposição: ato de propor, proposta; máxima, sentença; afirmativa, asserção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presar: capturar, agarrar, apresar.&lt;br /&gt;Prezar: respeitar, estimar muito, acatar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prescrever: fixar limites, ordenar de modo explícito, determinar; ficar sem efeito, anular-se: O prazo para entrada do processo prescreveu há dois meses.&lt;br /&gt;Proscrever: abolir, extinguir, proibir, terminar; desterrar. O uso de várias substâncias psicotrópicas foi proscrito por recente portaria do Ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prever: ver antecipadamente, profetizar; calcular: A assessoria previu acertadamente o desfecho do caso.&lt;br /&gt;Prover: providenciar, dotar, abastecer, nomear para cargo: O chefe do departamento de pessoal proveu os cargos vacantes.&lt;br /&gt;Provir: originar-se, proceder; resultar: A dúvida provém (Os erros provêm) da falta de leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prolatar: proferir sentença, promulgar.&lt;br /&gt;Protelar: adiar, prorrogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ratificar: validar, confirmar, comprovar.&lt;br /&gt;Retificar: corrigir, emendar, alterar: A diretoria ratificou a decisão após o texto ter sido retificado em suas passagens ambíguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recrear: proporcionar recreio, divertir, alegrar.&lt;br /&gt;Recriar: criar de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reincidir: tornar a incidir, recair, repetir.&lt;br /&gt;Rescindir: dissolver, invalidar, romper, desfazer: Como ele reincidiu no erro, o contrato de trabalho foi rescindido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remição: ato de remir, resgate, quitação.&lt;br /&gt;Remissão: ato de remitir, intermissão, intervalo; perdão, expiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repressão: ato de reprimir, contenção, impedimento, proibição.&lt;br /&gt;Repreensão: ato de repreender, enérgica admoestação, censura, advertência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruço: grisalho, desbotado.&lt;br /&gt;Russo: referente à Rússia, nascido naquele país; língua falada na Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sanção: confirmação, aprovação; pena imposta pela lei ou por contrato para punir sua infração.&lt;br /&gt;Sansão: nome de personagem bíblico; certo tipo de guindaste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sedento: que tem sede; sequioso (var. p. us.: sedente).&lt;br /&gt;Cedente: que cede, que dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrescritar: endereçar, destinar, dirigir.&lt;br /&gt;Subscritar: assinar, subscrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sortir: variar, combinar, misturar.&lt;br /&gt;Surtir: causar, originar, produzir (efeito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subentender: perceber o que não estava claramente exposto; supor.&lt;br /&gt;Subintender: exercer função de subintendente, dirigir.&lt;br /&gt;Subtender: estender por baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustar: interromper, suspender; parar, interromper-se (sustar-se).&lt;br /&gt;Suster: sustentar, manter; fazer parar, deter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tacha: pequeno prego; mancha, defeito, pecha.&lt;br /&gt;Taxa: espécie de tributo, tarifa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tachar: censurar, qualificar, acoimar: tachar alguém (tachá-lo) de subversivo.&lt;br /&gt;Taxar: fixar a taxa de; regular, regrar: taxar mercadorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tapar: fechar, cobrir, abafar.&lt;br /&gt;Tampar: pôr tampa em.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenção: intenção, plano (deriv.: tencionar); assunto, tema.&lt;br /&gt;Tensão: estado de tenso, rigidez (deriv.: tensionar); diferencial elétrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tráfego: trânsito de veículos, percurso, transporte.&lt;br /&gt;Tráfico: negócio ilícito, comércio, negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trás: atrás, detrás, em seguida, após (cf. em locuções: de trás, por trás).&lt;br /&gt;Traz: 3a pessoa do singular do presente do indicativo do verbo trazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vestiário: guarda-roupa; local em que se trocam roupas.&lt;br /&gt;Vestuário: as roupas que se vestem, traje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vultoso: de grande vulto, volumoso.&lt;br /&gt;Vultuoso (p. us.): atacado de vultuosidade (congestão da face).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/146862"&gt;http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/146862&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-645337317813270547?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/645337317813270547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=645337317813270547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/645337317813270547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/645337317813270547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2007/01/homonmia-e-paronmia.html' title='Homonímia e Paronímia'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-6846087860267351362</id><published>2006-12-20T14:00:00.000-08:00</published><updated>2006-12-20T14:08:24.805-08:00</updated><title type='text'>Há tempos sumido...</title><content type='html'>&lt;p&gt;Pois é... Já há algum tempo que não posto nada por aqui... É que as coisas andam apertando um pouco, mas tão logo esteja tudo normalizado, volto a postar normalmente. :-)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Só para constar, aí vai a foto de uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fennec&lt;/span&gt;, raposa do deserto, aquela do Pequeno Príncipe, que li recentemente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RYmztG1YrOI/AAAAAAAAAAM/hwpBKVwi6t4/s1600-h/Vulpes_zerda_front_view.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RYmztG1YrOI/AAAAAAAAAAM/hwpBKVwi6t4/s320/Vulpes_zerda_front_view.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5010733647936400610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordiais saudações,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Harry Cruz &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-6846087860267351362?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/6846087860267351362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=6846087860267351362' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/6846087860267351362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/6846087860267351362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2006/12/h-tempos-sumido.html' title='Há tempos sumido...'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_arQTVHCJGkQ/RYmztG1YrOI/AAAAAAAAAAM/hwpBKVwi6t4/s72-c/Vulpes_zerda_front_view.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15312769.post-215438309055334723</id><published>2006-10-14T16:18:00.000-07:00</published><updated>2006-10-14T17:17:37.147-07:00</updated><title type='text'>O porquê do título...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Cogito cogito ergo cogito sum"&lt;/span&gt; é uma modificação da famosa frase de Descartes: "Penso, logo existo", que em Latim é: "Cogito ergo sum". O título significa então: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Penso que penso, logo penso que existo&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é naturalmente um jogo de palavras, mas que faz todo o sentido, porque o fato de se ter consciência do pensar é somente possibilitado por tal nobre e ímpar faculdade. Com um pouco de reflexão não é difícil perceber que toda nossa percepção de mundo, nossa existência enquanto seres integrantes da natureza está sujeita ao pensamento, de tal forma que é impossível conceber um "ser-humano", sem que este tenha a capacidade de "se conceber", ou seja, a auto-consciência, mesmo que "simulada" através da nossa capacidade cognitiva, nos habilita a "existir", o que quer que isto possa implicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este será um local de reflexões, de escritos... Como provavelmente ninguém irá ler isto, permito-me estes devaneios... :-)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15312769-215438309055334723?l=harrycruz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://harrycruz.blogspot.com/feeds/215438309055334723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=15312769&amp;postID=215438309055334723' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/215438309055334723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15312769/posts/default/215438309055334723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://harrycruz.blogspot.com/2006/10/o-porqu-do-ttulo.html' title='O porquê do título...'/><author><name>Harry Cruz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12850500559883689483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1921/1869/150/z/5715/gse_multipart66391.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
